CIENTISTAS DESCOBREM HORMÔNIOS QUE MOTIVAM AO EXERCÍCIO

 

 

Um hormônio pode dar motivação para praticar exercícios.

Com preguiça de se exercitar? Pois saiba que cientistas da Universidade de Zurique, na Suíça, descobriram o conteúdo para uma potencial pílula que pode fornecer motivação. Testes com ratos constataram que taxas elevadas de hormônio eritropoietina (EPO) os levaram a correr mais rápido e por mais tempo. Os dados são do jornal Daily Mail.
A equipe comparou três tipos de animais: os que receberam EPO humano injetável, os que foram geneticamente modificados para produzir EPO humano e os que não contaram com qualquer tratamento (grupo controle). Constatou que todos que lançaram mão do hormônio tiveram benefícios.
“Nós mostramos que o hormônio aumenta a motivação para o exercício. Muito provavelmente, tem um efeito geral sobre o humor de uma pessoa”, disse o pesquisador Max Gassmann. . O tratamento potencial poderia ajudar pessoas com condições que vão de obesidade ao alzheimer, em que a atividade física pode melhorar os sintomas.

Fonte: Terra

De olho na balança

 

Se você anda sentindo que o manequim tem aumentado nos últimos tempos, uma explicação está no seu trabalho. Ao menos é o que aponta estudo do CareerBuilder, conduzido pela Harris Interactive com 5.700 trabalhadores, que revelou quais são as profissões que mais geram ganho de peso.

De acordo com o levantamento, quem trabalha como agente de viagens ou procurador/ juiz, por exemplo, tem mais chances de engordar. Veja abaixo as dez profissões que mais aumentam o número de manequim.

  • Agente de viagens
  • Procurador/ juiz
  • Assistente social
  • Professor
  • Artista/ designer/ arquiteto
  • Assistente administrativo
  • Médico
  • Serviços de proteção (polícia, bombeiro
  • Marketing/ relações públicas profissionais
  • Tecnologia da informação profissional

Por que os profissionais ganham peso?
Segundo o estudo, 44% dos profissionais ganharam peso em seu trabalho atual. Destes, 26% engordaram mais de 10 quilos e 14% mais de 20 quilos. Em contrapartida, 16% dos entrevistados afirmaram ter perdido peso no trabalho atual.

Dentre os fatores que mais levam os profissionais a ganharem peso, o sedentarismo, ou seja, ficar sentado na mesa a maior parte do dia, é uma das causas mais apontadas (54%). O hábito de almoçar na própria mesa também é citado por boa parte dos entrevistados (56%) como uma das causas do ganho de peso.

Além destes dois itens, ainda foram mencionados o estresse (37%), o hábito de pular refeições por conta da falta de tempo (19%), as celebrações no local de trabalho (18%) e a pressão para comer doces e afins oferecidos pelos colegas (10%).

Para manter a forma
Para deixar os quilos extras longe do escritório, a vice-presidente de recursos humanos da CareerBuilder, Rosemary Haefner, dá algumas dicas:

  • Troque o elevador pelas escadas;
  • Sempre que possível, vá até a mesa dos colegas, em vez de enviar um e-mail ou falar por telefone;
  • Opte por lanchinhos mais saudáveis e deixe frutas e vegetais na geladeira do escritório;
  • Leve sua comida ;
  • Troque cafés e sucos por água.

Fonte: Yahoo.com

Exercícios Pliométricos e Reabilitação

 

Sabe aquele Balancim, aquela Cama Elástica e aquele Bosu que ficam dando sopa no ginásio de fisioterapia e que ninguém nunca usa?
Já pensou que eles podem ser úteis para desenvolver atividades pliométricas?
Pois é, a pliometria pode ser uma boa opção de exercício para alguns pacientes.
Se interessou?
Então continue lendo a matéria e bons estudos.

AVISO AOS NAVEGANTES:

Este é uma postagem voltada para estudantes e profissionais.
Não sou professor de Educação Física, não prescrevo exercícios, e não faço consultas pela internet. Dito isso, vamos ao que interessa. 

Os Exercícios Pliométricos

Exercícios pliométricos são basicamente exercícios que envolvem uma breve contração excêntrica seguida de uma contração concêntrica explosiva. Esta seqüência de contrações é denominada de Ciclo Alongamento-Encurtamento (também chamado Ciclo Excêntrico- Concêntrico ou de Contra Movimento). Portanto, principal característica da atividade pliométrica (e o que a diferencia dos demais exercícios) é a capacidade de armazenar energia elástica na musculatura e tecido conjuntivo para que seja utilizada durante a contração concêntrica deste mesmo músculo. Além disso, acredita-se que o treinamento baseado nestes ciclos é capaz de melhorar a capacidade de reação do sistema neuromuscular ao recrutar unidades motoras numa mínima quantidade de tempo.

A aplicação de treinamento pliométrico tem evoluído nos últimos anos e acabou chegando ao campo da reabilitação. Alguns protocolos recentes incluem o exercício pliométrico como um meio para melhorar a função e facilitar o retorno ao esporte.

Esta postagem tem como objetivo descrever os mecanismos envolvidos na atividade pliométrica e discutir como podem ser utilizados em reabilitação. Mas antes, vamos compreender melhor o Ciclo Alongamento-Encurtamento.

O Ciclo Alongamento-Encurtamento

Além da definição de Ciclo Alongamento-Encurtamento (CAE), é importante saber também que ele é dividido em três fases:

[1] Fase Excêntrica ou de Pré-Alongamento,

[2] Fase de Amortização, e

[3] Fase Concêntrica, fase de Resposta Concêntrica ou de Encurtamento.

A primeira fase é a Fase Excêntrica, também descrita como preparatória. É nesta fase que ocorre o armazenamento de energia elástica, e também o estímulo dos receptores musculares (os fusos musculares são estimulados e alongados durante a contração excêntrica dos agonistas).

A fase seguinte, denominada de Fase de Amortização, é o intervalo entre a contração excêntrica e a concêntrica. Pra ser mais exato, ela se inicia quando a contração excêntrica começa a diminuir de intensidade e termina com o início de uma força concêntrica. Para fins de treinamento, o ideal é que esta fase seja realizada o mais rápido possível, de modo que a energia elástica armazenada na fase anterior não tenha o risco de se dissipar em forma de calor no interior do músculo. O rápido alongamento (carga excêntrica) deve ser imediatamente seguido de uma acelerada contração concêntrica explosiva, para maximizar a força gerada.

A terceira e última fase é a fase de Resposta Concêntrica, ou seja, a fase na qual se gera o movimento explosivo. Neste momento do movimento pliométrico se tem a somatória da fase de preparação e amortização. Esse é o estágio produtivo, devido à contração concêntrica estimulada.

Uso de exercícios pliométricos em reabilitação

Os exercícios pliométricos são usados no treinamento de atletas para desenvolver força explosiva, melhorar a reatividade muscular através da facilitação do reflexo miotático e da dessenssibilização dos OTGs e melhorar a coordenação intra e extra articular Analisando os efeitos desses exercícios, acredita-se que estes podem ser benéficos na prevenção de lesões e também na reabilitação, principalmente de atletas

Escolhendo os candidatos.

Por mais que você goste, acredite e deseje ardentemente incluir exercícios pliométricos na sua rotina de tratamento, obviamente nem todos os pacientes tem indicação ou se beneficiariam da prática destes exercícios.

Com base no princípio da especificidade, (que o treino deve se aproximar ao máximo da atividade real), o exercício pliométrico é indicado para pacientes que desejem retornar à atividades que incluem movimentos explosivos.

Em geral, exercícios de reabilitação são executados em baixa velocidade, com resistência leve/moderada e, muitas vezes, em planos de movimento bem controlados. Sem dúvida estes exercícios promovem o recrutamento, melhoram a força, e aumentam a resistência muscular, entretanto falham em simular a velocidade, força ou planos de movimento que são encontrados durante uma competição atlética, ou seja: eles não reproduzem as demandas e habilidades necessárias na atividade para qual o atleta está sendo reabilitado.

Conseqüentemente, o exercício pliométrico tem sido recomendado para fazer a ponte entre os exercícios de reabilitação tradicionais e atividades desportivas específicas.

Contra-indicações

Contra-indicações para iniciar o exercício pliométrico são: inflamação aguda ou dor, pós-operatório imediato e instabilidade articular. Patologias comuns, como artrite, lesões musculares ou lesão condral são contra-indicações relativas, e devem ser muito bem avaliadas, pois dependem da capacidade do tecido de tolerar a geração rápida de forças de grande intensidade e da articulação tolerar a sobrecarga imposta.

Considerações Finais

Muitos exercícios pliométricos, mesmo em baixas intensidades, expõem as articulações a forças intensas e altas velocidades de movimento, e definitivamente não são adequadas para as fases iniciais da reabilitação. Antes de iniciar o exercício pliométrico, os pacientes devem ser capazes de tolerar as atividades cotidianas sem dor ou edema. Caso contrário, as altas forças envolvidas irão provavelmente agravar o problema. Além disso, os pacientes devem ter Amplitude de Movimento praticamente completa e um nível adequado de força, resistência e controle neuromuscular para executar corretamente o exercício pliométrico com baixo risco de exarcebar os sintomas.

As justificativas para a utilização da pliometria na reabilitação de atletas leva em consideração principalmente a influência destas atividades sobre: a resposta reativa muscular, a sincronização da atividade muscular e da atividade miotática. É possível que um programa de exercícios pliométricos aumente a eficiência neural, corrigindo déficits proprioceptivos e aprimorando o controle neuromuscular.

REFERÊNCIAS:

PLIOMETRIA APLICADA À REABILITAÇÃO DE ATLETAS

Plyometric Exercise in the Rehabilitation of Athletes: Physiological Responses and Clinical Application

NEUROMUSCULAR TRAINING TECHNIQUES TO TARGET DEFICITS BEFORE RETURN TO SPORT AFTER ANTERIOR CRUCIATE LIGAMENT RECONSTRUCTION
Plyometric Training Concepts for Performance Enhancement (capítulo de livro)

Médicos alertam para vício em bronzeamento

 

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Exposição ao bronzeamento estimula produção de substância ligada a sensação de bem-estar.

Homens e mulheres de várias idades se expõem em excesso e sem proteção a raios de sol e câmaras de bronzeamento artificial, embora estes hábitos sejam, segundo especialistas, os principais causadores do câncer de pele, doença que atinge anualmente cerca de 2 milhões de pessoas só nos Estados Unidos.

Para alguns médicos, há algo além da simples vaidade por trás desse hábito. Segundo pesquisas, o bronzeamento pode viciar, assim como substâncias como álcool, tabaco e outras drogas.

O vício em bronzeamento é chamado muitas vezes de tanorexia, termo usado cada vez com mais freqüência pela imprensa quando o assunto é bronzeamento excessivo - como no caso da americana acusada de ter causado uma queimadura na filha de cinco anos depois de levar a criança para fazer bronzeamento artificial.

Os sinais de que uma pessoa pode estar ficando viciada em bronzeamento são similares aos que ocorrem com outras substâncias, como a necessidade de "doses maiores", perda de controle, sintomas de abstinência e a utilização de muito tempo e recursos para a manutenção do vício.

A semelhança entre o vício em bronzeamento e o vício em drogas também foi apontada em outras pesquisas.

Utilizando um questionário padrão para detectar dependências, a dermatologista Robin Hornung, da The Everett Clinic, no Estado americano de Washington, observou comportamentos similares em pessoas viciadas em bronzeamento e dependentes de álcool, tabaco e outras drogas.

"Em nosso estudo e em outros nós também observamos que estes comportamentos dependentes muitas vezes 'caminham juntos' em indivíduos, no que descrevemos como tipo de personalidade dependente", disse Hornung.

Para Hornung, campanhas de saúde pública deveriam alertar para o fato de que bronzeamento, além de aumentar os risco de câncer de pele, também pode viciar.

Assim como acontece com o cigarro, os dermatologistas concordam que não existem níveis saudáveis de bronzeamento, já que os riscos de se desenvolver doenças como o câncer são aumentados pela exposição aos raios UV.

Modismos e o conceito de que a pele queimada pode ser mais atraente ou saudável explicam em grande parte por que milhões de homens e mulheres lotam praias e parques no verão e clínicas de bronzeamento artificial durante todo o ano.

Mas dermatologistas sempre ficaram intrigados com pessoas que continuavam a se bronzear com frequência mesmo se deparando com a possibilidade de terem uma doença grave como câncer ou após ficarem com aparência da pele comprometida pelo excesso de raios de sol.

As primeiras pistas para explicar os motivos desse hábito surgiram em meados da década de 1990, quando pesquisas apontaram que a exposição a raios ultravioleta presentes na luz do sol não apenas faz com que a pele produza melanina (o pigmento que causa o bronzeamento), mas também estimula a produção de endorfina, substância associada à sensação de bem-estar e relaxamento.

Para testar a hipótese de que algumas pessoas se bronzeiam não pela aparência, mas pelo modo como a luz ultravioleta faz com que se sintam, Feldman e sua equipe realizaram dois estudos.

No primeiro, pessoas que se bronzeavam freqüentemente foram convidadas a fazer testes-cegos em duas cabines de bronzeamento aparentemente iguais, mas que tinham uma pequena diferença: uma era uma mesa convencional, enquanto a outra tinha um filtro invisível que impedia que os raios ultravioleta (UV) atingissem o paciente.

Mesmo sem saber que uma das mesas não emitia raios UV, em quase todas as ocasiões os pacientes preferiam a cabine de bronzeamento convencional, que, segundo Feldman, dava a eles uma maior "sensação de relaxamento".

Em outro estudo, alguns pacientes que se bronzeavam de maneira freqüente apresentaram sintomas parecidos com os sofridos por viciados em drogas em síndrome de abstinência ao serem tratados com naltrexona, substância que bloqueia a endorfina e é usada em tratamentos contra narcóticos.

Em uma pesquisa posterior, feita com um grupo maior de pacientes, pessoas que não se bronzeavam com freqüência não apresentaram os mesmos sintomas similares a crises de abstinência ao receberem a substância.

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Paralisação de médicos federais atinge 17 Estados e o DF nesta terça-feira

Médicos protestam contra a MP 568, que aumenta a carga horária dos servidores federais sem alterar a remuneração, e pedem mais qualidade na saúde pública, no último dia 27, no Rio; a MP será votada hoje

Médicos protestam contra a MP 568, que aumenta a carga horária dos servidores federais sem alterar a remuneração, e pedem mais qualidade na saúde pública, no último dia 27, no Rio; a MP será votada hoje

Médicos de hospitais federais incluindo os universitários prometem parar o atendimento em 17 Estados e no Distrito Federal nesta terça-feira (12). Serviços de urgência e emergência, no entanto, serão mantidos em todas as instituições, de acordo com a Fenam (Federação Nacional dos Médicos).

A categoria protesta contra a MP (medida provisória) 568, que altera as carreiras de profissionais de diversas áreas. No caso dos médicos, o texto prevê que profissionais que atualmente mantêm jornada de 20 horas semanais no serviço público tenham que cumprir 40 horas semanais pela mesma remuneração, segundo a Fenam. A medida também contempla os aposentados, e a entidade estima que 42 mil médicos ativos e inativos do Ministério da Saúde sejam atingidos em todo o país.

A paralisação é organizada pelos sindicatos do DF e de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, Sergipe, Piauí, Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará, Pernambuco, Pará, Acre e Amazonas.

A data escolhida para o protesto se deve à votação da MP 568 na Comissão Mista do Congresso, marcada para esta terça-feira, às 14h. A Fenam informou que, após o parecer do relator do caso, senador Eduardo Braga, cada sindicato organizará uma assembléia para decidir se a paralisação será mantida por tempo indeterminado.

Para o presidente da entidade, Cid Carvalhaes, a proposta representa um “retrocesso em um país já tão castigado pela carência do Sistema Único de Saúde e pela desvalorização dos profissionais de medicina”.

Fonte: Uol Notícias