A FISIOTERAPIA EM ASMÁTICOS

Fisioterapia respiratória ajuda pacientes asmáticos a terem mais qualidade de vida.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os problemas respiratórios são a quarta maior causa de óbito por doenças no Brasil. A asma é uma das doenças crônicas mais comuns na infância e é a principal causa de falta às aulas e de limitações para os esportes e atividades físicas.
A asma é uma doença crônica que consiste na inflamação das vias aéreas, o que causa a dificuldade respiratória. Além da medicação, outras formas de tratamentos podem auxiliar na prevenção e recuperação dos pacientes. É o caso da fisioterapia respiratória, indicada tanto para a prevenção quanto para o tratamento de pacientes com distúrbios pulmonares.
Segundo a fisioterapeuta Sara Menezes, presidente da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), nas crises de asma, o paciente tem um estreitamento das vias aéreas, os músculos responsáveis pela respiração são sobrecarregados e a musculatura acessória – que normalmente não participa da respiração – é recrutada para conseguir manter a ventilação. Além disso, a respiração nasal é substituída pela respiração oral, favorecendo alterações posturais do tronco e da cabeça. “Com o passar dos anos, a respiração modificada provoca um desequilíbrio de toda a musculatura do tórax que pode ocasionar o surgimento de deformidades. Essas deformações levam o paciente a um círculo vicioso, no qual a respiração inadequada piora a postura, a qual passa a interferir na respiração”, afirma.
Para o presidente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Roberto Cepeda, a fisioterapia respiratória utiliza técnicas de relaxamento, alongamento e fortalecimento dos músculos do corpo, promovendo, assim, a reeducação funcional respiratória. Sara Menezes afirma que o tratamento da fisioterapia na asma se divide em dois momentos: durante a crise, cujo principal objetivo é a redução da falta de ar por meio de posicionamento adequado, nebulização e uso da ventilação não invasiva. No segundo momento, no período inter-crise, é priorizada a reeducação postural e um programa supervisionado de exercícios físicos.

Fonte: COFFITO

CHEGOU A MONOGRAFIA... E AGORA?

 

O momento mais temido pelos acadêmicos pode virar um momento de grande conhecimento. Saiba como...

É fato que todos os acadêmicos passam pelo temido trabalho de Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Não há como escapar. O jeito é fazer um bom trabalho e terminar a faculdade com louvor.

Cada faculdade escolhe a sua maneira de avaliar o aluno. No caso de monografia, o aluno desenvolve e apresenta o trabalho individualmente. No caso de TCC, o trabalho e a apresentação são realizados em grupo.  

Mas ao contrário do que todos pensam quanto mais alunos no trabalho, mais difícil fica o seu desenvolvimento. A começar pela escolha do tema. Se o grupo é de quatro pessoas, são quatro opiniões diferentes de tema. Cabe ao grupo chegar à um consenso.

Mas essa escolha não é nada fácil. A análise do tema deve começar desde as primeiras matérias da faculdade. Você deverá analisar o tema que mais gosta, afinal, serão alguns meses convivendo com o mesmo assunto. Então uma ótima dica para aguentar o “tranco” e conseguir fazer um bom trabalho é escolher um tema que você se identifique e seja capaz de desenvolver.

A proposta do trabalho deve ser algo possível de ser realizado por você, caso contrário, o projeto será reprovado pelo comitê de ética e pesquisa. Então, temas como “Estudo e prática do Método Pilates em moradores da Etiópia” está fora de cogitação caso você more no Brasil. Lembrando que todo o gasto com o trabalho terá que ser feito por você, então caso queira utilizar equipamentos caros, procure utilizar algo que já possua ou que haja na faculdade, podendo ser emprestado.

Se você chegou na hora de iniciar o trabalho e não tem a mínima noção do que quer fazer, uma boa dica é ler outros artigos. Muitos deles dão dicas de como dar continuidade ao trabalho que ele desenvolveu, ou seja, seria um novo trabalho sobre o artigo lido, mas realizando algumas atividades que o autor não conseguiu, por inúmeros motivos, fazer.

Escolha o quanto antes o seu professor orientador. Isso é importante, pois ele pode lhe ajudar a lapidar o tema, ou até mesmo lhe apresentar um tema interessante. Parece óbvio, mas o professor orientador deve entender muito sobre o assunto escolhido para a monografia.

O que alguns acadêmicos fazem para ajudar na escolha é montar um gráfico didático.
Faça duas linhas cruzadas formando uma cruz. No quadrante superior esquerdo escreva os assuntos que você entende E tem afinidade. No quadrante superior direito escreva os assuntos que você não tem afinidade MAS entende um pouco sobre. No quadrante inferior esquerdo escreva os assuntos que você tem afinidade MAS não entende sobre o assunto. No quadrante inferior direito escreva os assuntos que não tem afinidade e que NÃO entende sobre o assunto e NÃO tem interesse. O quadro abaixo é um exemplo de como poderá ficar o seu:

Ao visualizar a área direita do gráfico, você poderá saber os assuntos que você NÃO deverá abordar em seu trabalho. O próximo passo é escolher os temas da região esquerda. Uma bela oportunidade de aprender seria escolhendo assuntos que você tem afinidade, mas não entende. Muitas vezes quando é escolhido um tema que tem afinidade e entende, em vez de ser mais fácil acaba sendo maçante.  Após escolher em qual quadrante você irá investir pense em um dos assuntos (ex.Pilates) e faça a ligação para algum público alvo (ex. Pilates de solo em gestantes de 3 a 8 meses).  Dessa maneira você poderá escolher mais facilmente um tema, dentre tantos que existem na área de Fisioterapia.

Escolhido o professor e o tema, a próxima etapa é começar a fazer o Projeto de Pesquisa. Esse projeto é um pequeno esboço explicativo do seu futuro trabalho. Nele irá conter sobre o que se trata o trabalho, como será feito, o que você irá utilizar, o tempo que irá levar, enfim, cada faculdade tem um padrão de projeto de pesquisa. Esse projeto irá passar por um comitê de ética e pesquisa. Você precisará dessa aprovação para começar a iniciar sua monografia ou TCC.

Após a aprovação é só correr para concluir o quanto antes o trabalho, que ao longo do tempo ficará sendo corrigido pelo orientador escolhido até a conclusão.

Esse trabalho final da faculdade, ou contrário do que muitos pensam, não serve apenas para deixar o aluno desesperado ou fazer o aluno “ralar” um pouco mais antes de sair da faculdade. Serve para apresenta-lo a sociedade como um novo profissional e pesquisador (por isso que toda apresentação é pública), serve também para o acadêmico aprofundar seus conhecimentos na área escolhida, defender suas conclusões diante à banca, adquirir habilidade relevante de buscar informações e sintetizá-la de maneira à acrescentar algo à saúde e prepara-lo à futuros trabalhos para uma publicação.

Fonte: Dra. Marina Andressa Ribeiro

FUJA DAS LESÕES AO ESCOLHER O TÊNIS CERTO

O tênis deve ser escolhido de acordo com a utilização. Isso prevenirá futuras lesões.

Estabelecer critérios na hora de escolher o tênis adequado. É essa a recomendação que a Pro Teste (Associação de Consumidores) faz a quem está procurando um calçado esportivo. Teste realizado pela associação revela que é possível adquirir um produto de qualidade a um preço justo.
O consumidor deve escolher o tênis de acordo com a utilização que ele vai ter. ?Um tênis casual não precisa ter o amortecimento de um para corridas. Hoje existem modelos apropriados para cada tipo de esporte?, afirma a médica dermatologista Ana Palieraqui, da Pro Teste.
A doutora ressalta que deve-se levar em consideração o tipo de pisada da pessoa. Existem três tipos: pronada, neutra e supinada. Segundo Ana, a pisada pronada é a mais comum entre os brasileiros, correspondendo a cerca de 60% da população, e consiste numa rotação do pé para dentro na hora de dar o passo, de forma que ele termine próximo do dedão. A neutra tem uma leve rotação para dentro, mas o passo termina no centro da planta do pé. Já a pisada supinada mantém todo o contato com o solo do lado externo do pé, terminando o passo na base do dedinho.
?Comprar um tênis com pisada diferente da sua pode causar vários problemas, principalmente na articulação do joelho. Porém, muitos tênis não trazem essa identificação na caixa?, diz a médica. No teste, foram pesquisados os modelos de corrida de seis marcas: Asics, Puma, Mizuno, Adidas, Nike e Reebok. O Asics Gel-Nimbus 13 foi escolhido o melhor do teste, enquanto o Reebok Focus Dmx Power foi o que teve resultados abaixo do esperado. Procurada pelo Jornal da Tarde para comentar o baixo desempenho, a Reebok não respondeu.
Entre os critérios utilizados pela Proteste, a temperatura interna dos calçados apresentou variações. Segundo a associação, a variação entre o início e o fim do exercício não deve ultrapassar 5,5ºC. Essa variação seria essencial para evitar o desconforto e a diminuição da coordenação motora acarretados por um pé molhado. O da Reebok apresentou variação de 5ºC, bastante próximo do limite, enquanto a variação do modelo da Asics foi de 3ºC.
Para nível de comparação, a Proteste também pesquisou um modelo de tênis de corrida falsificado, facilmente encontrado em camelôs. O resultado foi desastroso. ?Ele causou bolhas e lesões, sem contar que é muito mais pesado que os outros modelos. Para se ter uma noção, a variação de temperatura ficou acima do que estipulamos como aceitável e no teste de flexão, a sola e a parte de trás do tênis se romperam?, afirma Ana. ?Comprar um tênis falsificado é o barato que sai caro, pois você paga pouco para ter, mas muito pelos problemas que ele causará à saúde?. As informações são do Jornal da Tarde.

Fonte: Uol

Turbine seu cérebro com exercícios físicos

 

Para extrair o máximo de benefícios para o cérebro enquanto você pratica exercícios físicos, siga esses simples conselhos:

Exercite dentro das fronteiras da sua condição física. Monte um programa de treinamento que se adéqüe a você e nunca o exceda. A cada semana gradualmente aumente a duração das suas sessões de exercício e, enquanto você melhora sua condição física, você começará a sentir os benefícios mentais.

 

 

Fique aeróbico. A não ser que você seja um atleta treinando seriamente para uma corrida específica, há pouca necessidade de se ultrapassar seu limite aeróbico quando se exercita. Treine num ritmo confortável e mantenha uma respiração regular. Quando correndo ou andando de bicicleta, você deve conseguir manter uma conversa sem perder o fôlego. Se você se sentir sem fôlego, diminua o ritmo.

 

 

  Aqueça e desaqueça. Se você precisar fazer algum exercício de alta intensidade, tenha certeza de fazer o aquecimento e o desaquecimento com exercício aeróbico leve antes e depois do treino para trazer seu cérebro de volta ao ritmo.

 

 

Fique hidratado. A desidratação faz com que seu cérebro e corpo deixem de funcionar normalmente. Se você não tomar água suficiente durante e depois dos exercícios, você pode não obter nenhuma recompensa, tanto física quanto mental. Na melhor das hipóteses, vai reduzir seu ritmo. Não corra esse risco e sempre tenha água ao alcance.

 

  Mantenha objetivos. É difícil de se imaginar correndo uma maratona se você nunca caminhou um quilômetro. Fique focado e mantenha objetivos gerenciáveis que te levarão ligeiramente fora da sua zona de conforto. Quando você atingir um objetivo, faça logo outro. A força mental necessária para correr uma maratona será desenvolvida naturalmente junto com sua condição física.

Exercícios podem reduzir risco de câncer endométrio

 

Mais uma boa notícia para quem pratica atividades físicas – ou um estímulo para quem quer começar. Um estudo observou que mulheres que se exercitaram por pelo menos 150 minutos por semana apresentaram risco reduzido de desenvolvimento de câncer de endométrio – tumor maligno mais comum nos órgãos genitais femininos.

A pesquisa, feita na Escola Yale de Saúde Pública, nos Estados Unidos, foi apresentada  em novembro 2011 na Conferência de Pesquisa para Prevenção do Câncer da Associação Norte-Americana de Pesquisa sobre o Câncer, na Filadélfia.

O menor risco foi verificado tanto para mulheres com peso normal como com sobrepeso ou obesas. “O estudo é consistente com trabalhos anteriores que fortemente apoiam a associação entre atividade física e menor incidência de câncer de endométrio”, disse Hannah Arem, um dos autores do estudo.

Os pesquisadores avaliaram 668 mulheres com câncer de endométrio, comparando os resultados com os observados em 665 outras sem tumores. Aquelas que praticaram exercícios por 150 minutos ou mais por semana tiveram risco 34% menor de desenvolver tal tipo de câncer do que as que se mantiveram sem atividade física.

A associação se mostrou mais pronunciada entre mulheres ativas e com índice de massa corporal (IMC) inferior a 25, as quais apresentaram risco 73% menor do que as que não praticaram exercícios e tinham IMC maior do que 25.

Mas os efeitos da atividade física se mostraram importantes mesmo entre as mulheres com sobrepeso. As que tinham IMC acima de 25, mas praticaram mais de 150 minutos de exercícios físicos por semana, tiveram risco 52% menor de desenvolver a doença.

Fonte: Portal da Fisioterapia